sábado, 3 de abril de 2010

Viver é precioso!




Ah, relaxa...Deixa estar.
Eu já me acostumei a não ser unanimidade.
Nunca me importei muito em ser amada e idolatrada por todos.
Faço tudo com tanta intensidade, que acho que ser amada, mas muito muito muito amada por aqueles que realmente desejam se perder em mim, me consumir e me ter. Prefiro assim, escolhi desse jeito.
Tudo que é mais ou menos, sem emoção, sem comoção, aventura, desejo, não merece nos consumir. Merece cotidiano, tratamento normal. Nossas emoções, turbulações e sentimentalismos, cada pulsar do nosso coração, cada dor que sentimos, cada alegria comemorada, essas sim merecem importância total.
Não conseguiramos cumprir nossas tarefas diárias se nossas emoções nos cutucarem. Seria pavoroso. Por mais hipócritas que sejamos, vamos nos permitir. E admitir, por mais tardio ou libertador que seja, o quanto é bom a sensação de liberdade que nossas vontades e sentimentos nos provocam ao serem libertadas!
Um viva (sincero) à liberdade!

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