terça-feira, 17 de agosto de 2010

Apenas mulherzinha!

Dizem que mulheres são sempre a mesma coisa. Frágeis, apaixonadas, e algumas vezes, até um pouco submissas. Mulher que é mulher, dizem por aí, é aquela que gama no cara de primeira. É a que teve uma paixão à primeira vista que ela nunca esqueceu. Aquela que sofre quando, depois de "uma noite linda de amor", o cara não liga. Ah, mulheres, o sexo frágil. Nunca conseguem escapar de um romance. O problema dessa generalização, é que o mundo acaba esquecendo os outros 10% de mulheres que não são mulherzinhas, e não dão a mínima para nada disso. Aquelas que não precisam esperar pela ligação de um cara qualquer, em um sábado à noite, para se sentir bem consigo mesma e sair muito bem obrigada! Aquela mulher que não precisa de um macho grudado na barra da saia pra ir ao cinema, e muito menos vê romance onde, na maioria das vezes, só existe tesão. Mas a mulherzinha sempre vence, porque é maioria. E a maioria, é burra. A mulherzinha sente tudo o que a mulher de verdade sente, mas não tem coragem para se bancar sozinha. A mulherzinha, com suas frescuras e opiniões fracas, precisa sempre ter uma barba para contar para ela o que fazer a seguir. Porque mulherzinha não nasceu para ser mulher de ninguém. Mulherzinha nasceu para ser capacho. Mulherzinha, me desculpe, nasceu para não chegar nunca a ser mulher.

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